Opinião/Editorial

(23/07/2019) - O peso da China para Barretos

Barretos exportou para a China US$ 118,19 milhões em 2018, com avanço de US$ 15,95 milhões em relação ao exercício de 2017, da ordem de US$ 102,23 milhões. As vendas barretenses para os chineses no ano passado representaram 44% das exportações no exercício. O desempenho do primeiro semestre de 2019 revelou um enfraquecimento de mercado. As vendas caíram 33% em comparação com o período de janeiro a junho de 2018. O montante acumulou US$ 36,48, com recuou da ordem de US$ 17,9 milhões. Ainda assim, a China respondeu por 39% das vendas operacionalizadas, no volume de US$ 94,58 milhões. Fazer "negócio da China" soava como "armadilha", uma metáfora geradora de desconfianças. O tempo passou e hoje o conceito foi transformado profundamente. A própria imprensa internacional tem apontado o mercado chinês como fundamental.

Cerca de 15 anos atrás, as grandes empresas de hoje eram "de garagem". Governado pelo partido comunista e com a perspectiva de se tornar a maior economia do planeta em 10 anos, segundo o Fundo Monetário Internacional, a China virou modelo para as empresas capitalista. E um mercado precioso para Barretos. A China vem implementando modelos de negócios inovadores, criativos e tecnologia. As diferentes empresas e diversos empresários têm buscado entender a "lógica chinesa" para negócios.  Com os EUA em 2017, as exportações barretenses ficaram em US$ 26,79  milhões, índice de 9,5% das vendas gerais. Em 2018, os negócios com os americanos caíram para US$ 16,89 milhões, valor de 6,3% do total exportado no ano. Em 2019, no primeiro semestre, as vendas atingiram US$ 9,11 milhões, representando 9,6% do total.

 


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