26 de Junho de 2019 | 03:20:25

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24/11/2015 | Opinião / Artigos

O despertar da Ciência

Por Fábio Luiz Ferreira Scannavino

O despertar  da Ciência

EVENTO: Sra. Ana Mara Prado (chefe técnica da biblioteca do Instituto de Física de S.Carlos/USP), dr. Fabio Scannavino e o Prof. Dr. Valtencir Zucolotto, professor associado ao IFSC/USP, na área de nanomedicina, no evento sobre a es
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Na última semana estive em São Carlos, região central do Estado, para um encontro científico no Instituto de Física pertencente a Universidade de São Paulo. A intenção foi aprimorar o conteúdo metodológico para que as pesquisas seja amplamente divulgadas mundo afora por meio dos artigos científicos redigidos de modo correto e legítimo.

Escrever o resultado de uma pesquisa não é fácil, muito menos elaborá-la e concluí-la. As ideias, preferencialmente boas, acabam norteando métodos e técnicas de pesquisa que as tornam relevantes para o mundo contemporâneo. O surgimento destas ideias renova o conhecimento e estimula o surgimento de tantos outros novos. O celular surgido na metade da década de 1990 revolucionou o mercado. A possibilidade de falarmos uns com os outros em qualquer tempo e espaço é um bom exemplo. A telefonia passava de fixa para móvel num estalar de dedos. Atualmente, não somente falamos através destes modernos equipamentos existentes, como também interagimos de maneira simultânea e com imagem...às vezes até demais!

A Ciência também precisa zelar pelas informações e a credibilidade de todo o material divulgado. O mercado editorial cresce e muito rápido. Segundo o professor Valtencir Zucolotto, professor associado do Instituto de Física da USP, a cada vinte segundos um trabalho científico é publicado sob a forma de artigo. Isso significa dizer que quando terminar a leitura deste texto, provavelmente uns nove ou dez artigos já tenham sido publicados em revistas pelo mundo.   Para ser um cientista é necessário o espírito de busca e inquietação. Esperar que as ideias surjam do acaso ou das inspirações nem sempre é o melhor caminho. Porém, se parar para observar ao seu redor, encontrará motivos de sobra para despertar o interesse investigativo, afinal “Por que as nuvens existem?”.

Fábio Luiz Ferreira Scannavino
Especialista, Mestre e Doutor em Odontopediatria pela UNESP - Campus Araraquara/SP
Professor do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos - UNIFEB - Barretos/SP
Gestor Público em Saúde pela Universidade de Brasília - UnB - Brasília/DF