23 de Julho de 2019 | 12:48:16

23 de Julho de 2019 | 12:48:16

27/03/2012 | Cidade / Geral

Jornal O Diário: 43 anos de história

Matéria destaca personagens de O Diário

O Diário de Barretos nasceu no dia 1º de abril de 1969, com o lema: “no dia da mentira, uma grande verdade”. O jornal surgiu por inspiração da Reportagem Que Não Pára, uma equipe de idealistas formada em 20 de junho de 1955, na Rádio Barretos, sob direção de José Vicente Dias Leme. Após trajetória vencedora em emissoras de rádio, inclusive em Campinas e São Paulo, o grupo incentivou o jornalista João Monteiro de Barros Filho a lançar O Diário de Barretos.

Uma equipe de experientes jornalistas e gráficos foi montada para dar vida ao projeto. Para assegurar o emprego, alguns profissionais foram registrados na Rádio Piratininga, garantindo assim o salário, caso o jornal realmente não vingasse. O braço direito do jornalista Monteiro Filho no processo de instalação foi o jornalista Joel Waldo Dal Moro. Barretense nato, Joel Waldo Dal Moro nasceu no dia 5 de julho de 1937. Estreou no rádio integrando a primeira equipe da Reportagem Que Não Pára. Foi membro da equipe esportiva da Rádio Tupi. Foi integrante do clube Os Independentes e vereador. Em 1º de abril, comandava a redação de O Diário. Faleceu no dia 6 de dezembro de 1981.

Personagens que participaram da trajetória:


Antonio de Jesus Buque nasceu em Garça, estado de São Paulo, a 15 de setembro de 1938. Seus pais, Catulino Buque e de Lima Buque. Ainda menino, veio para Barretos indo morar em casa de cunhado Antonio Francisco Scannavino, até que seus pais também se mudassem para Barretos. Trabalhava no Escritório de Contabilidade de Valdemar Sorge, quando em 1958 levado pelo seu cunhado Scannavino participou de um concurso para locutores na Rádio Barretos, sendo imediatamente contratado. Em pouco tempo, Buque descobriu todos os segredos da profissão, tornando-se elemento chave em qualquer cobertura que o rádio fizesse. Vítima de enfarte do miocárdio faleceu em 3 de agosto de 1970, às 10h15, na Santa Casa de Misericórdia, o repórter Antonio Buque, um dos mais destacados nomes da imprensa falada e escrita barretense, integrava a equipe da Rádio Piratininga e do Jornal O Diário.


Nascido em 27 de junho de 1938, o jornalista e narrador esportivo, Marco Antonio Siqueira de Mattos teve uma passagem gloriosa pelos meios de comunicação do Brasil. Juntamente com Monteiro Filho e Joel Waldo, foi um dos fundadores da Reportagem Que Não Pára em 20 de junho de 1955. Depois, passou por emissoras de Franca, Campinas e São Paulo, além de TV Bandeirantes, até chegar à Rede Vida, há sete anos. De 1966, na Inglaterra, até 1998, na França, o barretense Marco Antonio esteve presente em todas as Copas do Mundo de Futebol, como narrador de emissoras de rádio e televisão. Ele também participou da cobertura de três Olimpíadas.Sua trajetória foi interrompida no dia 15 de fevereiro de 2004, em acidente automobilístico na rodovia Armando de Sales Oliveira, em Pitangueiras. Marco Antonio era narrador esportivo da Rede Vida de Televisão e também a “voz padrão” da emissora, além de assinar a coluna “Bolas e Boladas”, aos sábados em O Diário. Casado há 38 anos com Célia Maria, ele deixou os filhos Ana Célia, Marcus Vinícius e Patrícia.