23 de Outubro de 2019 | 07:22:55

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18/09/2012 | Esporte / Crônica

Superclássico das Américas

Por Giovana Leonardi

A seleção brasileira entrará em campo amanhã e no dia 3 de outubro para disputa do Superclássico das Américas contra a Argentina. As duas equipes são conhecidas arquirrivais, sempre deixando o torcedor com a “pulga atrás da orelha” em relação ao favoritismo.

A equipe dos “Los Hermanos” entrará em campo com quatro jogadores brasileiros que atuam no Brasil: Guiñazu (Internacional), Montillo (Cruzeiro), Martínez (Corinthians) e Barcos (Palmeiras). Não há atletas que atuam na Europa, e têm o comando do técnico Alejandro Sabella. A “seleção canarinha” receberá o adversário com um time recheado só de jogadores que atuam no Brasil. As novidades são a volta de Luis Fabiano que não era chamado desde 2010, o volante Fernando, do Grêmio, os laterais Fábio Santos, do Corinthians, Lucas, do Botafogo, e Marcos Rocha, do Atlético Mineiro, além do atacante Bernard, também jogador do Galo. Tem o comando de Mano Menezes.

A rivalidade das duas seleções pode ser medida em títulos. Os argentinos levam vantagem na Copa América (14 títulos, contra 8 da seleção brasileira) e nas Olimpíadas (são bicampeões olímpicos, enquanto o Brasil não possui medalhas de ouro). Em contrapartida, o Brasil é pentacampeão da Copa do Mundo FIFA (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) e tricampeão da Copa das Confederações, enquanto os argentinos são bicampeões mundiais e têm apenas um título da Copa das Confederações.

Na primeira edição do Superclássico, em 2011, o Brasil saiu vencedor da competição que antigamente, era conhecida como Copa Roca. Com um 0 a 0 conquistado fora de casa no jogo de ida, a equipe de Mano Menezes fez 2 a 0 atuando no estádio Mangueirão, em Belém (PA), com gols de Lucas e Neymar, e levantou a taça.

A seleção brasileira em campo é sempre motivo de grande expectativa para o torcedor brasileiro. O time tem passado por dificuldades com fracos adver-sários, coisa que não se pode dizer da sempre surpreendente Argentina. O Brasil ofensivo em campo será a beleza do esporte.

Giovana Leonardi é jornalista