22 de Junho de 2018 | 17:56:24

03/03/2018 | Cidade / Cidade

Prefeitura de Barretos decide fechar Restaurante Popular no Mercadão

Espaço será utilizado para oferecer cursos de qualificação profissional

Prefeitura de Barretos decide fechar Restaurante Popular no Mercadão

Restaurante Popular não será reberto pela Prefeitura
Tininho Júnior

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A prefeitura de Barre­tos anunciou que o Res­taurante Popular no Mer­cadão Municipal não será reaberto. A unidade está fechada desde o final do ano passado. A medida foi tomada após o início das atividades do Bom Prato nesta semana, no bairro Paulo Prata, que também oferece refeições a preços subsidiados.

A secretária de Assis­tência Social, Carmem Bordalho, explicou que a demanda do Restauran­te Popular vinha caindo nos últimos meses. “Che­gamos a ter um movi­mento de 600 refeições no dia, nos seis últimos meses de funcionamen­to, antes das férias, es­távamos registrando 130 refeições por dia e nem a metade delas servidas ao principal público do pro­jeto, que são os inscritos nos programas sociais do governo federal”, afir­mou.

ECONOMIA

A prefeitura informou que as despesas com o Restaurante Popular eram todas de respon­sabilidade do município, tendo um custo mensal de R$ 125 mil, em média, para servir 130 refeições por dia. O Restaurante Popular é um projeto do governo federal, admi­nistrado e bancado pelo município a partir de sua implantação.

No caso do Bom Pra­to, recém-inaugurado, a projeção é de um custo mensal de R$ 30 mil para o município, servindo por volta de 1,8 mil refeições por dia. Este programa é do governo paulista, que subsidia parte das despe­sas inclusive com equipe de trabalho.

NOVO PROJETO

O espaço do Restauran­te Popular no Mercadão será usado para cursos gratuitos de qualificação profissional, com início previsto para abril. A meta é atender população a partir de 16 anos, com prioridade para as pesso­as em situação de vulne­rabilidade social e par­ticipantes do Programa Emergencial de Auxílio Desemprego.

Inicialmente serão au­las de culinária e reedu­cação alimentar, com ca­pacidade de atendimento de 100 alunos, utilizando recursos municipais para pagamento de profissio­nais, manutenção do pré­dio e verbas federais para aquisição de matéria-pri­ma para consumo.