18 de Outubro de 2018 | 15:16:17

12/08/2018 | Opinião / Editorial

Presente do Dia dos Pais

O Dia dos Pais barretenses pede hoje o juízo na cabeça e no coração

Uma qualidade característica da vida familiar que se aprende desde os primeiros anos de vida é o convívio. A atitude a partilhar os bens da vida e a se sentir feliz por poder fazer.

Uma virtude preciosa é partilhar e saber partilhar! O seu símbolo, o seu “ícone”, é a família reunida ao redor da mesa doméstica. A partilha da refeição - e portanto, além do alimento, também dos afetos, das narrações, dos eventos... - é experiência fundamental, ensinou o papa Francisco

O Dia dos Pais para os barretenses é oportunidade para “memória das virtudes familiares” que ajuda a compreender as relações. Com a crise de valores, dificuldades econômicas e sociais, a tensão causada pela insegurança e as incertezas políticas, o pai é chamado com maior vigor a tomar uma postura, dar um norte, estabelecer uma diretriz. Acontece que está fragilizado pelas circunstâncias, limitado em suas fontes, precisando entender a velocidade das mudanças e a extensão das transformações. A paternidade enfrenta a multiplicidade. Um pai barretense indagou se tinha "juízo" no cardápio do restaurante:

- Juízo é algo que se tem na cabeça e não no cardápio – respondeu a garçonete.

Juízo é “alimento” que precisa ser encontrado hoje especialmente no coração. Se há um juízo para o bom senso, caracterizado pela ciência, é preciso juízo para o amor ágape, norteado pelo carinho, pela alegria e pela esperança.

O Dia dos Pais barretenses pede hoje o juízo na cabeça e no coração para um convívio familiar marcado pela partilha e a felicidade.