22 de Setembro de 2018 | 16:03:41

15/09/2018 | Opinião / Editorial

Mudança de tempos e épocas

Todo período eleitoral é adequado para avaliar a trajetória da comunidade

O universo mudou depois de Copérnico. O conceito de vida mudou depois de Darwin. O pensamento sobre indivíduo mudou depois de Freud. Barretos também teve momentos transformadores. A música mudou depois de Bezerrinha. A política mudou depois de João Rocha. A cultura mudou depois de Ruy Menezes.

A economia barretense está sempre buscando novas realidades. A cidade do frigorífico Anglo tem outra perspectiva agora com o Minerva. A festa no Recinto Paulo de Lima Correa agora tem o Parque do Peão. A citricultura foi substituída pelo canavial.  O Hospital do Câncer do dr. Paulo Prata agora é o Hospital do Amor com Henrique Prata.

O futebol barretense conheceu sua geração de ouro. Wilson, J. Alves, Tinho, Beto Lima e Sérgio Donizete. Roberto, Pingo e Gelson. Wilson Andrade, Fiori e Carlinhos.

A presença regional no parlamento paulista incluiu Nadir Kenan, Waldemar Chubacci e Uebe Rezeck. Em Brasília, Sebastião Monteiro e Luciana Costa.

A imprensa barretense sempre foi berço de grandes profissionais, incluindo os inesquecíveis Marco Antônio Matos e Joel Waldo, além dos insuperáveis Monteiro Neto, Matinas Suzuki e Cassim Zaiden.

Em matéria humana, o desenvolvimento político, econômico, social e esportivo está sempre de forma objetiva buscando novos espaços, fazendo novos tempos e épocas. Os desafios se renovam, envolvem, promovem.

Todo período eleitoral é adequado para avaliar a trajetória da comunidade e projetar os sonhos viáveis e desejáveis. O voto é pessoal e carrega carga de passado, de presente e de futuro.