18 de Novembro de 2018 | 23:28:23

08/11/2018 | Economia / Economia

Queda de preço de combustível demora para chegar à bomba, diz Federação

A Fecombustíveis lembra que os preços são livres em todos os segmentos e que não interfere no mercado

Queda de preço de combustível demora para chegar à bomba, diz Federação


Divulgação

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A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) divulgou nota em que procura explicar por que a queda de preços da gasolina e do diesel nas refinarias demora a ser repassada ao consumidor final.

“Apesar de a Petrobras divulgar quedas de preços da gasolina e diesel nas últimas semanas, o repasse deste menor custo não acontece na mesma velocidade e proporção nas bombas”, diz a nota.

No período de 25 de setembro a 7 de novembro, o preço da gasolina nas refinarias Petrobras chegou a cair 23,8%, mas a queda não foi sentida pelo consumidor final. Segundo a federação, isso se deve ao funcionamento da cadeia de combustíveis, que é formada por refinarias, distribuidoras e postos.

A Fecombustíveis lembra que os preços são livres em todos os segmentos e que não interfere no mercado. Cabe a cada posto revendedor decidir se repassa a queda de preços nas refinarias ao consumidor final, “de acordo com suas estruturas de custo”.

BARRETOS

Em Barretos, segundo a Agência Nacional do Petróleo, o preço médio da gasolina foi de R$ 4,624 no período de 28 de outubro a 3 de novembro, com valor mínimo de R$ 4,159 e máximo de R$ 4,799. O etanol teve preço médio de R$ 2,714, com mínimo de R$ 2,579 e máximo de R$ 2,899. O litro do diesel foi comercializado ao valor médio de R$ 3,689, com mínimo de R$ 3,499 e máximo de R$ 3,819.