25 de Agosto de 2019 | 15:09:30

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10/02/2019 | Opinião / Editorial

Dengue e o estado do barretense

Barretos tem muitas particularidades. Há condições diferentes na cultura, na arte, até mesmo nas condições sociais. Mas a questão da dengue é de uma nacionalidade impactante. Os mesmos sintomas, efeitos e também defeitos. Porque a origem da enfermidade está diretamente ligada as condições de clima e eliminação de focos do mosquito transmissor. Como não é possível alterar chuva e calor nesta época do ano - com agravamento continuo dos impactos do El Nino -  a solução era provocar uma "tempestade revolucionária" contra o Aedes. A batalha está perdida e a guerra não tem prazo para ser concluída com a vitória das pessoas.

Uma confusão gerada pela assessoria de imprensa deixou escapar uma taxa epidêmica de dengue na cidade. Os números foram repaginados, descartando o cenário ruim. Entretanto, independente da contagem oficial, a cidade tem ciência do grau de comprometimento com a dengue. Mais ainda: qualquer dor de cabeça já gera o "sintoma de dengoso", gerando estado de tensão em alguns medo e desânimo em outros. Quando envolve mulheres grávidas, então já sintoma específica de um quase pânico.

O estado de São Paulo está em alerta devido à circulação do sorotipo 2 da dengue em diversas cidades. O governo estadual contabilizou casos de dengue em diferentes regiões.

Curioso é que a dengue passou a ser "mais repetitiva e cansativa" que o BBB na TV", mas ainda assim contínua em cartaz. Até quando? Por que tem que ser assim na terra de Chico Barreto?