23 de Setembro de 2019 | 13:14:11

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21/07/2019 | Opinião / Editorial

Uma reta para a rota barretense

 Uma comunicativa barretense ad­mitiu que “tantas vezes não sei o que faz ou não sentido”. O dilema cresce quando se trata de “entender a con­cepção de democracia e liberdade” no cotidiano da cidade.

- Será preciso pensar uma linha que traça a reta desta rota.

Aparar a aresta é o que resta para o cidadão barretense, envolvido pelas postagens com críticas, pelos comen­tários anônimos ofensivos, pelas pia­das destruidoras. Se é um mal geral, a cura começa no local e afeta o in­terior pessoal.

O uso de nome de terceiro não en­volvido para acusar um primeiro sus­peito sem condenação será sempre - segundo o bom senso - indevido, injusto e ilegal.

Eliminar a saliência, por meio da ciência do silêncio, virou dilema tam­bém para o barretense dos tempos contemporâneos. Um pretende reagir por ser “tinhoso” e outro por “não le­var desaforo para casa”. São opções legítimas.

Entretanto, cada vez fica mais difí­cil manter no tom o que é dom. Até mesmo dizer na praça o que é graça. Por isso mesmo, o desafio barretense no campo político e econômico, so­cial e educacional, cultural e esporti­vo, requer investimento de esforços e empenhos. Diálogo, análise e atitude.

O tesouro que a cidade oferece de “acolhimento e entendimento” é na verdade uma conquista renovável, por ser igualmente peleja sem fim. Uma disputa conjunta, que rever ex­periência e persistência.

Em busca de permanente sabedoria e conhecimento, os períodos de cal­maria foram substituídos por venda­vais, ora de frio intenso - o despre­zo - ora de calor insuportável - a violência. A procura por equilíbrio e distanciamento de radicalismo en­tra na agenda vocacional e histórica barretense.