22 de Setembro de 2019 | 09:29:56

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25/08/2019 | Opinião / Editorial

Aniversário na agenda eleitoral

Barretos completa 165 anos dando largada para o ano elei­toral. O pleito municipal de 2020 não envolve reeleição, com o tér­mino do mandato de Guilherme Ávila. Até que ponto o tucano vai conseguir fazer seu sucessor é o primeiro questionamento do cenário político.

Independente do papel do atu­al chefe executivo no processo eleitoral, haverá um confronto entre “novidades e experientes”, num confronto que vai levar em consideração o perfil vencedor de Bolsonaro em 2018.

Como o eleitor barretense vai escolher seu prefeito envolve conceitos de políticas e consci­ência, maturidade e participação social. Alguns nomes já passa­ram pelas urnas, outros querem contar com a memória familiar e há até candidato sendo articula­do para ser “novidade total”, sem vínculo com pleitos passados.

As pesquisas eleitorais estão circulando e alimentando pos­turas, posicionamentos e con­dutas de candidatos. Tanto para composição como definições. Enquanto os dados são jogados e colhidos, os dirigentes atuais articulando legislação para via­bilizar “recursos públicos para o financiamento público de cam­panha”, via partido.

Barretos portanto faz aniversá­rio hoje dando início ao processo sucessório. Em Os Independentes o perfil está praticamente defi­nido, com sua vocação trilha­da. Mas no caso da cidade, há uma constelação mais delicada, amarras mais intensas, incerte­zas mais profundas. Tanto em relação a partidos como políti­cos, tanto de lideranças como de expressões comunitárias, valores e sonhos.