14 de Outubro de 2019 | 20:35:21

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22/09/2019 | Política / Política

Guilherme estuda indicar vice e PSDB quer candidatura própria

Presidente diz que partido seguirá instrução dos diretórios estadual e nacional

Guilherme estuda indicar vice e PSDB quer candidatura própria

OPINIÃO: Guilherme analisa aliança com Democratas
Tininho Junior

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O prefeito Guilherme Ávila estuda a possibilidade de indicar um candidato a vice na eleição de 2020. Segundo ele, pode acontecer uma aliança com o DEM que pretende lançar o empresário Renato Reis como cabeça de chapa. “Essa aliança pode acontecer, o DEM está muito alinhado com o governador João Doria e o vice Rodrigo Garcia que estão fazendo um grande trabalho e ajudando muito Barretos”, disse. O chefe do Executivo declarou que Renato Reis tem reputação ilibada e é extremamente bem sucedido dentro do Democratas. “Existem outros nomes importantes também como a Célia Rodrigues e o Renato Peghim”, afirmou.

Guilherme citou ainda o  deputado federal Geninho Zuliani que, segundo ele, será fundamental para a aliança partidária. De acordo com Guilherme, também não está descartada a  possibilidade de indicar um candidato do PSDB para a sucessão. Ele confirmou a chegada de novos integrantes no partido tucano, inclusive um ex-vice-prefeito. “Temos membros com a possibilidade de serem candidatos a prefeito e vereadores, inclusive os que nunca foram candidatos”, ponderou. “Podemos trabalhar com outros partidos que podem ter candidatos e se unirem e fazermos uma grande aliança para a cidade continuar desenvolvendo”, finalizou.

PARTIDO: O presidente do PSDB Barretos, Manoel Messias, acredita ser quase impossível uma união partidária. Isso porque os tucanos deverão seguir as instruções dos diretórios estadual e nacional que recomendam candidaturas próprias. “A instrução é que toda cidade que tem partido estruturado deve lançar o candidato e vamos trabalhar para isso”, comentou. “Não quero desmerecer ninguém, ainda tem muita especulação e gente falando besteira”, disse. Segundo ele, uma união partidária só acontecerá com aval dos diretórios. “Não conversamos com a executiva, mas costumamos seguir o que manda o estatuto, tudo vai se definir após as convenções”, finalizou.