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O Diário - 19 de julho de 2025

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Se você não contar, inventam.

Meu convite é claro: assuma também a autoria da história em que você é protagonista. Porque se você não contar sua história, alguém vai contar por você, e, honestamente? Nem sempre da forma como ela realmente foi.

A gente passa a vida acumulando experiências, superando desafios, vivendo coisas que dariam livro — mas, por medo, insegurança ou falta de tempo, acaba deixando tudo guardado. Só que silêncio demais dá espaço para ruído, em vários sentidos. E daí, o risco é o de que o que dizem sobre você começar a parecer mais real do que aquilo que de fato aconteceu.

Contar a sua própria história não é vaidade, é responsabilidade. É garantir que sua versão exista — em um artigo, numa palestra, numa entrevista, num podecast, ou mesmo numa conversa de café. É deixar registrado o que você viveu, sentiu, aprendeu. E isso vale tanto para o mundo quanto para dentro da sua casa.

Porque, se você não documenta sua trajetória, que história seus filhos vão ouvir sobre você? Qual vai ser o enredo passado adiante?

Se a sua voz se cala, o que sobra são suposições, o que se perpetua podem ser os boatos. E nenhuma suposição é mais verdadeira do que sua própria palavra.

Histórias não registradas viram distorções dos fatos, ou se apagam com o tempo, sempre deixam rastros confusos. Quem não assume a autoria da própria história corre o risco de ser lembrado por versões que jamais viveu, ou pior, que jamais teria orgulho de ter vivido.

#vaiefala!