Polícia Civil prende ex-funcionária de loja de telefonia em Barretos
luis.nascimento - 11 de setembro de 2025
Equipe da CPJ cumpriu mandado de prisão preventiva contra a autora na manhã de quinta - feira (11)
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Mulher é investigada nos crimes de estelionato, apropriação indébita e furto
A Polícia Civil prendeu, na manhã de quinta-feira (11), uma ex-funcionária de uma loja de telefonia investigada pelos crimes de estelionato, apropriação indébita e furto, em Barretos.
A autora, de 20 anos, foi detida preventivamente pela equipe da Central de Polícia Judiciária, após trabalho de investigação coordenado pelo delegado Gustavo Rodrigo Lopes Coelho.
A equipe da CPJ apurou que a mulher trabalhava como vendedora em uma loja de telefonia em Barretos e utilizava-se de suas funções para praticar fraudes, dentre elas a apropriação, para si, de valores recebidos de clientes, não os repassando para a empresa; venda de celulares com emissão de nota fiscal falsa; utilização indevida de dados bancários e pessoais de vítimas idosas para realização de compras fraudulentas; e ainda falsificação de comprovantes de pagamento, além de outras condutas lesivas a diversos consumidores.
No dia 2 deste mês, os agentes deram cumprimento a mandado de busca e apreensão no domicílio da autora, o que culminou no aprofundamento das investigações e descobertas de outros ilícitos atribuídos a ela.
Os policiais apuraram que, após se desligar da loja de telefonia, em junho deste ano, a investigada passou a trabalhar em uma empresa de estética residencial, onde novamente agiu da mesma forma.
Ela, ao realizar vendas de serviços, apropriava-se dos valores pagos por clientes, utilizando uma conta bancária aberta em nome de uma terceira pessoa, que desconhecia a existência da conta e das movimentações.
Foi constatado ainda que a investigada também se apropriou de valores que deveriam ser utilizados no pagamento do aluguel do imóvel onde residia, na companhia de uma amiga.
Também foi imputada à detida a subtração de dinheiro em uma hospedaria, onde teria passado a residir após as descobertas.
O delegado Gustavo Rodrigo Lopes Coelho representou pela prisão preventiva, que foi deferida pelo Judiciário.
A autora foi presa e encaminhada ao sistema prisional, onde ficou à disposição da Justiça.






