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O negócio da China para barretenses

O Diário - 11 de janeiro de 2026

O negócio da China para barretenses

O negócio da China para barretenses

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O mercado da China é importante para as exportações de Barretos. A partir de janeiro de 2026, o governo chinês determinou cotas limitadoras. Na divisão por países, o Brasil terá em 2026 a maior cota: 1,10 milhão de toneladas. Em 2027, vai a 1,12 milhão e em 2028 para 1,15 milhões. Este ano, a cota da Argentina é de 511 mil toneladas. 

Os dados mais recentes mostram que a China foi destino de 47,7% do volume total de carne bovina exportado pelo Brasil em 2025, movimentando US$ 816,1 milhões FOB. 

O governo brasileiro minimizou o impacto das medidas chinesas. O ministério da Agricultura vê que a decisão, "de um modo geral não é algo tão preocupante", porque o Brasil está exportando um montante próximo ao da cota e tem aberto novo mercados para a carne. Há a expectativa, por exemplo, de que o Japão passe a comprar o produto do Brasil em 2026.

Barretos exportou US$ 132,5 milhões para a China, com aumento de 30,9 milhões de dólares no ano de 2025. Qualquer mudança tarifária imposta por governo estrangeiro acaba afetando os negócios. No ano passado, a decisão da Casa Branca de taxações provocou queda de US$ 15,6 milhões nas vendas barretenses para a terra de Tio Sam.

Um mundo cada vez mais sensível, de conflitos e embates políticos e militares, as estratégias, planejamentos e gestão exigem grandes esforços, perspicácia e habilidades. Uma produção de qualidade, de atendimento as especificações do produto e visão da economia global fazem enorme diferença. 

O agronegócio industrial é essencial na balança comercial barretense.