Um novo cenário regional rural
O Diário - 28 de fevereiro de 2026
Um novo cenário regional rural
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A região viu um cenário branco no campo, resultado expressivo da área ocupada pelos cotonicultores. O panorama está alterado. O algodão deixou a zona rural, sem retorno econômico viável e ameaça de bicudo e outras pragas do mercado. Ainda assim, é possível ver que o agronegócio regional tem impacto visual, ecológico e financeiro. A cana para indústria é “joia da coroa”, com área nova de 30.738 hectares, área produzindo de 380.385 hectares, safra estimada em 30.739.984 toneladas. A citricultura regional perdeu terreno e espaço, apesar de ainda utilizar terra para 2.052.536 pés novos, 19.838.512 pés em produção, safra calculada em 37.310.350 caixas. O limão também está no contexto regional, com 16.500 pés novos, 644.107 pés em produção e safra esperada de 237.765 caixas de 27 kg.
A soja na região de Barretos era a cultura de maior expressividade. A soja agora perdeu 10 mil hectares na comparação anual, fechando estimativa de 28.188 hectares. O milho vai ocupar 5.410 no verão e mais 3.840 hectares na safrinha. Até o feijão parece ter atraído mais os agricultores, com área plantada de 6 mil hectares. A heveicultura permanece preservada na região, mas a cafeicultura praticamente desapareceu, com 7 hectares plantados e safra de 105 sacas.
O Valor da Produção Agropecuária Paulista regional de 2025 não foi divulgado oficialmente, mas os dados preliminares estaduais apontam um montante da ordem de R$ 171,61 bilhões, superando em 0,55% os valores de 2024.



