Ser católico, evangélico e crente
O Diário - 13 de março de 2026
Aparecido Cipriano
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Ser católico, para mim, não apenas uma identidade religiosa, mas um modo de viver e compreender o mundo. Sou feliz por ser um católico praticante, por participar da vida da Igreja, por rezar, por buscar viver o Evangelho no cotidiano. A fé não é apenas uma palavra que se diz; é algo que se pratica, que se vive.
Há quem diga que a fé é coisa do passado ou que não tem lugar no mundo moderno. No entanto, quem realmente experimenta a fé sabe que ela não é peso, mas força. É ela que nos sustenta nos momentos difíceis, que nos orienta nas decisões e que nos lembra constantemente do amor de Deus.
Costumo pensar que não existe, de fato, um “católico não praticante”. Assim como não existe médico que nunca exerça a medicina ou pedreiro que nunca construa nada, também a fé pede ação. Ser católico é viver aquilo que se acredita, é participar da comunidade, cultivar a oração, praticar a caridade e buscar ser uma pessoa melhor.
Ser católico é, também, ser evangélico no sentido mais profundo da palavra, seguir o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. É procurar viver seus ensinamentos de amor, perdão, justiça e misericórdia. É deixar que a Palavra ilumine nossas atitudes e transforme nossa maneira de ver o próximo.
Ser católico é, igualmente, ser crente. Crer em Deus Pai, em Jesus Cristo e no Espírito Santo. Crer que não caminhamos sozinhos, que há um sentido maior em nossa existência e que o amor de Deus nos acompanha em cada passo.
Por tudo isso, afirmo que sou feliz por ser católico. Não porque me considere melhor que ninguém, mas porque encontrei na fé um caminho de esperança, de compromisso e de amor. E desejo continuar caminhando, com humildade e confiança, procurando viver aquilo que acredito.



