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INSS não dá prazo para nova rampa em Barretos

Sandra Moreno - 19 de março de 2026

INSS não dá prazo para nova rampa em Barretos

INSS não dá prazo para nova rampa em Barretos

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Depois de inúmeras solicitações do O Diário e questionamentos por parte de usuários da Previdência, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) respondeu por e-mail sobre a situação da rampa elevatória da agência de Barretos. O posicionamento oficial vem após reportagens publicadas anteriormente, nas quais foram expostos os problemas enfrentados por usuários, especialmente pessoas com mobilidade reduzida, diante da falta de acesso adequado ao prédio. Em uma delas, constatou-se a dificuldade de um barretense que tem deficiência visual e teve que enfrentar a escada para atendimento. Em outra situação, um trabalhador que havia passado por cirurgia cardíaca aguardava sentado ao lado do equipamento quebrado, o atendimento médico.

No retorno enviado pela Assessoria de Comunicação Social da Superintendência Regional Sudeste I (SP), o INSS informou que um engenheiro realizou vistoria técnica no local no dia 13 de março. Segundo o órgão, foi constatado que não há viabilidade técnica para recuperação do equipamento, sendo necessária a substituição. “Na última sexta-feira (13), um engenheiro do INSS realizou vistoria técnica na plataforma elevatória da agência em Barretos. Em razão do estado do equipamento, constatou-se que não há viabilidade técnica para sua recuperação. Diante disso, foi instaurado processo para a compra de uma nova plataforma”, informou o órgão em nota.

O equipamento, instalado em 2001, já apresentava falhas recorrentes ao longo dos anos, com períodos frequentes de inoperância. Em março de 2025, no entanto, a plataforma deixou de funcionar de forma definitiva, agravando ainda mais a situação de acessibilidade no local.

Diante do e-mail recebido, a reportagem encaminhou novos questionamentos ao INSS e aguarda retorno. Foram solicitadas informações sobre o trâmite do processo de compra, prazo estimado para solução, possibilidade de medida paliativa com outro acesso à agência e um posicionamento concreto, já que a situação se arrasta desde março de 2025, quando o equipamento parou definitivamente.