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A informação na agenda humana

O Diário - 31 de março de 2026

A informação na agenda humana

A informação na agenda humana

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A internet, redes sociais e aplicativos modificaram o significado de "informação". Não se descartou "conhecimento e sabedoria", mas o volume de dados disponíveis é incontrolável. Acontece que tanto é para o bem como é para o mal. Antes, tudo era apurado, observado, avaliado e depois, divulgado. Agora, a ordem foi invertida. Primeiro divulgado, depois observado, avaliado e apurado. Se não tem base, apaga. Deleta. O expediente possibilita provocar diferentes danos, desinformação e desorganização, mas é como jogar combustível no fogo e esperar os efeitos.

O cenário está ainda mais preocupantes em virtude das crises de valores, de lideranças e de discernimento. Os perigos crescem com a ausência de ética nos poderes executivo, legislativo e judiciário, criando ambientes de tensão, de dúvida e de insegurança.

Por que o exagero de notícias ruins? As guerras bélicas, econômicas e culturais assolam o planeta. As agressões físicas contra mulheres, crianças e idosos expandiram. O avanço do crime organizado, impondo regras e situações. Mais acidentes e incidentes em larga escala.

A falta de silêncio para meditar, a falta de espaço para assimilar e a falta de paciência para acolher o diferente têm gerado sinais assustadores de uma nova e dura realidade. Como descobrir meios, modos e maneiras de criar em casa, no trabalho e na comunidade, novas plataformas de paz, de espiritualidade e de esperança são desafios especiais para os barretenses. A data de hoje é particularmente oportuna para se tratar de liberdade, de responsabilidade e participação.