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Exigência de vigilância constante

O Diário - 17 de abril de 2026

Exigência de vigilância constante

Exigência de vigilância constante

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Com a chegada do período de estiagem, a Secretaria Municipal de Saúde reforça o alerta para um risco que muitos insistem em ignorar: o avanço do mosquito Aedes aegypti. Ao contrário do senso comum, a falta de chuvas não elimina o problema; mas pode, inclusive, agravá-lo, já que recipientes aparentemente secos acumulam pequenas poças, suficientes para a proliferação do vetor e a disseminação de doenças como dengue, zika e chikungunya.

O combate começa dentro de casa e depende diretamente da atitude de cada morador. A orientação do Setor de Controle de Vetores é simples: vistoriar o imóvel. Caixas d’água devem estar vedadas, calhas limpas , e vasos de plantas sem pratinhos ou com areia.

Materiais como garrafas, latas e pneus precisam ser armazenados em locais cobertos ou descartados corretamente, enquanto piscinas devem manter o tratamento com cloro. São medidas básicas que fazem diferença no controle da doença.

De janeiro até a primeira semana de abril, mais de 84 mil imóveis foram visitados, porém 25 mil estavam fechados, dificultando o combate. Ainda assim, foram encontrados 8.718 focos do mosquito.

Outro ponto preocupante é o grande volume de materiais inservíveis recolhidos nas residências. A cidade conta com sete ecopontos para o destino correto desses resíduos, mas é fundamental que a população faça sua parte. A responsabilidade é coletiva, mas a ação começa no quintal de cada cidadão.