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Cidade registra 44 internações por complicações respiratórias

Sandra Moreno - 30 de maio de 2026

Cidade registra 44 internações por complicações respiratórias

IMUNIZANTE: Vacina à disposição a partir desta segunda-feira à toda população nas unidades de saúde

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Barretos registrou 44 internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre janeiro e maio de 2026, segundo dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-SRAG). O levantamento também contabiliza dois óbitos no período e reforça o alerta das autoridades de saúde para a importância da vacinação contra a gripe.
O maior número de internações foi registrado em maio, com 15 casos, seguido por março, com 13. Do total de pacientes internados, 23 são do sexo masculino e 20 do sexo feminino. Além disso, 20 pessoas apresentavam algum tipo de comorbidade.
Em relação aos óbitos, foi registrada uma morte por Covid-19 em março e um óbito por Influenza em maio, o primeiro confirmado pela doença neste ano no município.
Entre os vírus identificados, Influenza, Vírus Sincicial Respiratório, Rinovírus e Covid-19 somam seis casos cada. O relatório também aponta 14 registros classificados como não especificados e três casos que ainda aguardam resultado de exames.
As crianças concentram a maior parte das internações. Foram registrados 14 casos na faixa etária de 1 a 10 anos e 12 entre menores de 1 ano. Entre adultos de 21 a 59 anos foram contabilizados 10 casos, enquanto idosos com 60 anos ou mais somam seis internações. Os números são até o dia 25 de maio, segundo vigilância epidemiológica.
VACINA
Diante do aumento das internações por complicações respiratórias, a vacinação contra a gripe foi ampliada para toda a população acima de 6 meses de idade a partir desta segunda-feira (1º).
A vacina está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. Apesar da ampliação para todos os públicos, a Vigilância Epidemiológica reforça a necessidade de aumentar a cobertura entre os grupos prioritários, que atualmente está em 32% entre idosos, gestantes e crianças menores de 6 anos. “Não é porque liberou para a população geral que o grupo de risco tem que parar. Aliás, nós temos que aumentar a cobertura do grupo de risco”, ressaltou Rodrigo Barros coordenador da Vigilância Epidemiológica.