Munícipe denuncia transações não autorizadas em sua conta bancária
luis.nascimento - 18 de junho de 2026
Caso deve ser investigado pela Polícia Civil
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Uma mulher informou que, no ano de 2022, por indicação, procurou um escritório correspondente bancário para antecipar a quantia de R$ 4.000,00 do valor total do seu FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Disse que, no ano passado, foi procurada várias vezes pelo funcionário que a atendeu.
Ele alegava que precisava fazer seu reconhecimento facial para que recebesse o saldo do Fundo de Garantia.
Como ela não tem o hábito de conferir sua conta por meio de extrato, utilizou parte do valor com cartão, porém não tinha conhecimento de outras movimentações.
Em novembro de 2025, ficou sabendo que o valor de R$ 570,00, referente a um empréstimo consignado que desconhecia, seria debitado em folha de pagamento.
Diante disso, procurou o funcionário do escritório correspondente para saber o que estava acontecendo.
Na ocasião, o sujeito alegou que havia ocorrido um engano e que o valor seria devolvido.
No extrato bancário consta que, no dia 30/07/2025, foi recebido um PIX no valor de R$ 7.599,09.
No dia 19/08/2025, outro PIX foi recebido no valor de R$ 4.833,93, referente a empréstimo.
Após isso, foram efetuados diversos pagamentos via PIX, totalizando R$ 9.457,22, inclusive alguns para uma empresa de propriedade do investigado, sendo todas transações bancárias desconhecidas pela vítima.
Logo em seguida, ela foi até o banco, quando tomou conhecimento de que, no dia 10 de abril do ano passado, foi habilitado um celular iPhone.
Ela disse que, em data que não se recorda, foi ao banco com o referido funcionário, utilizando o caixa eletrônico, e acredita ter habilitado o aparelho nesse dia.
A vítima acrescentou que o autor instalou o aplicativo do banco em seu celular particular e cadastrou a chave PIX sem seu conhecimento.



