SAAE substitui tubulações antigas na região central de Barretos
Roberto José - 4 de julho de 2026
Equipes apresentam os equipamentos que estão sendo substituídos Foto – Tininho Júnior
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70% dos serviços da nova rede já foram concluídos, de acordo com a Administração Municipal
O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Barretos segue avançando com as obras de modernização do sistema de abastecimento de água da cidade. Na região central, equipes trabalham na substituição de antigas tubulações de cimento amianto e ferro por novos tubos de PVC e PEAD (Polietileno de Alta Densidade), materiais mais modernos, resistentes e que garantem maior eficiência na distribuição de água.
Nesta primeira etapa, estão sendo substituídos 15 quilômetros de tubulações, utilizando o método não destrutivo, que reduz os impactos no trânsito, preserva o pavimento e minimiza os transtornos para comerciantes e moradores.
Para apresentar à população a importância da obra, o SAAE montou um espaço demonstrativo no calçadão da Rua 20 com a Avenida 21, onde estão expostos trechos das antigas tubulações retiradas do subsolo e os novos materiais que estão sendo instalados, além de informações sobre a execução dos serviços.
Segundo o superintendente do SAAE, Nilson Alves de Andrade, a substituição representa um importante investimento na qualidade do abastecimento e na saúde da população.
"Estamos mostrando para a população a realidade do trabalho que está sendo realizado. Os tubos antigos já estavam deteriorados e vencidos", afirmou.
O prefeito Odair Silva destacou que o investimento prioriza uma infraestrutura que, embora fique escondida sob o solo, é fundamental para a qualidade de vida da população. "Estamos investindo cerca de R$ 15 milhões para substituir uma tubulação antiga que já não atendia mais às necessidades da cidade", afirmou.
A modernização da rede de abastecimento já apresenta avanços importantes: Aproximadamente R$ 14 milhões já foram executados; 70% da nova rede de distribuição está concluída; 30% dos ramais domiciliares já foram executados e 10% das adutoras já foram substituídas.