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Polícia Ambiental usa drones e satélites para combater queimadas

luis.martins - 16 de outubro de 2026

Polícia Ambiental usa drones e satélites para combater queimadas

Polícia Ambiental usa drones e satélites para combater queimadas

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A tecnologia tem reforçado a atuação da Polícia Militar Ambiental na prevenção e no combate aos incêndios florestais em São Paulo. Com o apoio de drones, imagens de satélite e sistemas de monitoramento, as equipes conseguem identificar focos de queimadas com mais rapidez, mapear áreas de risco e direcionar as fiscalizações.
O trabalho preventivo é intensificado principalmente nos períodos que antecedem a estiagem, quando a corporação realiza fiscalizações em áreas consideradas mais suscetíveis aos incêndios florestais. Os locais são definidos a partir da análise de séries históricas e do monitoramento ambiental.
“Nesses locais, atuamos com a presença da equipe policial para verificar se as medidas de prevenção legais estão sendo adotadas. Essa ação tem caráter educativo e preventivo”, explicou o tenente Daniel Pires Barbosa, chefe do monitoramento da Polícia Militar Ambiental.
Entre os recursos utilizados pela corporação estão os drones, que ampliam a consciência situacional das equipes. Os equipamentos permitem o acesso a áreas de difícil locomoção, além de gerar imagens aéreas que ajudam na identificação de irregularidades e no planejamento das operações. Os os drones são empregados principalmente na verificação de aceiros e faixas de domínio de rodovias, contribuindo para a identificação de pontos críticos. Os equipamentos também são usados no mapeamento de áreas de risco por meio da fotogrametria, técnica que possibilita medições e análises detalhadas do terreno a partir de imagens aéreas.
Além disso, a Polícia Militar Ambiental conta com tecnologia espacial para monitorar queimadas. O sistema utiliza alertas gerados a partir de imagens de satélite.
As informações são disponibilizadas por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que monitora focos de calor em todo o país. Os satélites passam sobre o território brasileiro diversas vezes ao dia, e as imagens são processadas nos servidores do instituto, gerando alertas que auxiliam no direcionamento das equipes de fiscalização.