Obras em córrego aguardam retomada após interrupção
Sandra Moreno - 17 de outubro de 2026
CRONOGRAMA: Margens do córrego na avenida 7 onde acontecem as obras
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As obras de recuperação do Córrego Barretos, na avenida 7 com a rua 12, estão temporariamente paralisadas. Os trabalhos começaram em setembro, após o desmoronamento de parte da estrutura do canal, registrado depois das chuvas de dezembro de 2025.
No local, a intervenção prevê a recomposição das paredes do córrego com estruturas de gabião e a concretagem do fundo do canal. Em entrevista, o secretário municipal de Obras, Thiago Vasconcelos, explicou que a pausa ocorreu para a compra de materiais e coincidiu com dias de chuva, que dificultaram a execução dos serviços.
“Em setembro nós pedimos para a empresa acelerar, para a gente fazer aquele fundo do córrego, que é o principal problema. Então, para aproveitar a estiagem, já fizeram a concretagem do fundo e uma parte do gabião”, afirmou.
Segundo o secretário, a empresa responsável deve retomar os trabalhos na próxima semana. Ele explicou que o período chuvoso pode provocar novas interrupções, pois o solo precisa perder umidade para permitir a continuidade de determinadas etapas. O contrato prevê prazo de até 18 meses para a conclusão, e o investimento é de R$ 1.547.430,25, com recursos da Defesa Civil do Estado de São Paulo.
Outras obras
Thiago Vasconcelos também atualizou a situação de outras intervenções no município. Segundo ele, na avenida Fraternidade Paulista, cerca de 90% da tubulação de drenagem já foi executada. A próxima etapa depende da chegada dos materiais para a substituição das redes de água e esgoto. Depois, serão realizados os serviços de instalação de guias e pavimentação.
Na Região dos Lagos, na avenida 11, no trecho entre as avenidas Colômbia e Brasil, a troca das tubulações de água e esgoto foi concluída. De acordo com o secretário, os trabalhos agora avançam para a execução das guias e, posteriormente, do pavimento.
Vasconcelos ressaltou que as chuvas também interferem no andamento das obras que envolvem movimentação de terra. “Quando chove por dois ou três dias consecutivos, pode ser necessário aguardar a redução da umidade do solo antes de retomar os serviços”, explicou.
Segundo ele, as demais intervenções citadas continuam em andamento.