A fraternidade e a moradia barretense
O Diário - 17 de fevereiro de 2026
A fraternidade e a moradia barretense
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O barretense passando pela rua 12 vê na esquina da avenida 27 uma casa danificada. Um estudante cruzou a avenida 01 e levou um sustou ao notar um telhado tomado por pombas. O bando sequestrou totalmente a residência.
A CNBB abre amanhã, dia 18 de fevereiro, em sua sede em Brasília – com transmissão ao vivo da Rede Vida de Televisão – a Campanha da Fraternidade 2026. O tema da moradia está colocado para reflexão na igreja e na sociedade, observando a questão da condição essencial para a dignidade humana. O bispo diocesano, Dom Milton Kenan, agendou o inicio da Campanha da Fraternidade para o dia 20 de fevereiro, com missa solene na Catedral do Espírito Santo, às 19h30.
Com o tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós”, a Campanha da Fraternidade coloca questão para batizados e ateus, agentes políticos e eleitores, lideranças e empreendedores. A Campanha da Fraternidade ilumina a realidade social, observando a falta de casa adequada e os imóveis inadequados dos dias atuais. A escolha do tema acolhe sugestão da Pastoral da Moradia e Favelas e reforça o compromisso histórico da Igreja com a defesa dos direitos sociais e da justiça.
O lema “Ele veio morar entre nós” provoca também análise solidária, opção fraterna, sentido humano da vida cotidiana. A proposta de entender o “teto” como espaço de proteção, de acolhimento e de espaço indispensável de sobrevivência. Quando o Senhor veio morar entre nós, o evangelho de Lucas conta que “não tinha residência fixa, vivendo como itinerante e dependendo da hospitalidade social e fraterna”, acrescentando em Mateus 25 que “tudo o que fizer ao menor dos meus irmãos foi a mim que fizestes''.
A Campanha da Fraternidade 2026 revela como Barretos trata a “Moradia” com persistência, prudência e providência na questão de teto, sem esquecer de trabalho e terra.



