A importância de conquistas transformadoras
O Diário - 12 de abril de 2026
A importância de conquistas transformadoras
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A data de 14 de abril de 1973 entrou para a história barretense como resultado de graça e oração, um tempo de união e fraternidade, a concretização de esforços espirituais e exercícios estratégicos de serviço e doação. O papa Paulo VI publicou a bula criando a Diocese de Barretos. A diocese abrigava Barretos, Olímpia, Guaíra, Miguelópolis, Morro Agudo, Colina, Ipuã, Severínia, Cajobi, Guaraci, Jaborandi e Colômbia.
O plano foi monitorado por dom José Varani, bispo de Jaboticabal, padre Antônio de Souza, futuro bispo de Assis, com a participação de autoridades, sacerdotes, religiosas e leigos ativos. O santo padre nomeou o primeiro bispo em 25 de abril de 1973. Onze dias depois da criação da diocese, dom José de Mattos Pereira – a Joia de São Paulo - foi escolhido para a diocese barretense. Ao longo de 53 anos, os pastores diocesanos foram dom José de Mattos, dom Antônio Mucciolo, dom Pedro Fré, Dom Antônio Gaspar, dom Edmilson Caetano, e desde 21 de dezembro de 2014, dom Milton Kenan. A diocese pertence à província de Ribeirão Preto até maio de 2025, quando passou a integrar a arquidiocese de Rio Preto.
A criação histórica da diocese de Barretos, completando 53 anos, dá sentido aos valores espirituais, mas também despertam ânimo, coragem e entusiasmo para as conquistas transformadoras para a comunidade. Além de uma sociedade marcada pela fé, pela esperança e caridade, Barretos tem o direito de sonhar com projetos capazes de gerar fraternidade, desenvolvimento e partilha.



