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Agentes eliminam média diária de 115 criadouros no município

Sandra Moreno - 22 de janeiro de 2026

Agentes eliminam média diária de 115 criadouros no município

Agentes eliminam média diária de 115 criadouros no município

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O trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti nas primeiras semanas de 2026 acendeu um alerta em Barretos. Em apenas 12 dias de ação, até o dia 20 de janeiro, agentes de controle de vetores eliminaram 1.382 criadouros do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika em residências e empresas do município. O número representa uma média superior a 115 criadouros encontrados e eliminados por dia, evidenciando a gravidade da situação.

No período, foram vistoriados 11.837 imóveis nas zonas urbana e rural. Para a Secretaria Municipal da Saúde, a quantidade de focos localizados em um intervalo tão curto de tempo é motivo de preocupação. “São muitas larvas em poucos dias. O trabalho do agente é reforçar ao morador as orientações de como ele próprio pode impedir a reprodução do mosquito. Precisamos do apoio de todos para proteger a população contra a dengue, conferindo semanalmente a residência e o ambiente de trabalho e eliminando qualquer objeto com água parada”, destacou o secretário municipal da Saúde, Angelo Roberto Gonçalves.

A pasta reforça que os cuidados devem ser constantes, como manter caixas-d’água e reservatórios devidamente tampados, verificar bandejas de geladeira, evitar pratinhos sob vasos de plantas, eliminar pneus e recipientes destampados nos quintais, além de trocar diariamente a água dos animais e lavar as vasilhas com sabão.

Até o momento, 10 casos de dengue foram confirmados em Barretos neste ano. Das 89 notificações, 71 tiveram resultado negativo e oito ainda aguardam conclusão. Em relação à chikungunya, há nove notificações em investigação, e não há registros de zika vírus.

A população também pode colaborar descartando objetos sem serventia nos seis ecopontos existentes na cidade, que funcionam de segunda a sábado, das 7h às 19h. O descarte de pneus ocorre em local específico na região central. Denúncias sobre possíveis criadouros podem ser feitas à Ouvidoria Municipal ou diretamente ao Controle de Vetores, reforçando a importância da participação de todos no enfrentamento ao mosquito.