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Carnaval de Barretos perde o mestre-sala Destão

Roberto José - 3 de agosto de 2026

O Carnaval de Barretos está de luto com a morte de Clesino Silvestre Angelino, aos 80 anos, carinhosamente conhecido como Destão, um dos maiores mestres-sala da história da cidade.

Clesino Silvestre Angelino, Destão

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O Carnaval de Barretos está de luto com a morte de Clesino Silvestre Angelino, aos 80 anos, carinhosamente conhecido como Destão, um dos maiores mestres-sala da história da cidade.

O falecimento foi registrado no sábado (1º), e o corpo foi sepultado no domingo (2), no Cemitério Jardim das Oliveiras.

No carnaval barretense, Destão desfilou pelas escolas de samba Estrela D'Oriente, Esperança e Unidos de Vila Marília.

Em nota de pesar, a Escola de Samba Estrela D'Oriente destacou que Destão deixa "um legado que o tempo não apaga", reconhecendo sua importância para a escola, para o samba e para a história cultural de Barretos.

O carnavalesco e diretor da Estrela D'Oriente, Coriolano José Neves, relembrou a trajetória do mestre-sala.

"Ele foi o maior mestre-sala do Chão Preto. Com sua arte e simpatia, foi o precursor desse quesito na Estrela D'Oriente, nos anos 1960. Conquistou muitos dos mais importantes troféus para a Azul e Branco em sua época de ouro. Nos anos 1980, formou, ao lado de Clélia Maria, o primeiro casal de porta-bandeira e mestre-sala da Escola de Samba Esperança. Também campeã, a Esperança levou para a avenida, naquele ano, uma belíssima homenagem à importante Dona Bilica, sob o comando de Álvaro de Oliveira (Alvinho). Seus últimos desfiles foram pela Unidos de Vila Marília", recordou Coriolano.

Destão deixa três filhos, além de netos.