Feminicídio que choca Barretos
O Diário - 23 de abril de 2026
Feminicídio que choca Barretos
Compartilhar
O Brasil assiste, com crescente preocupação, ao avanço dos casos de feminicídio. Muito além da estatística, são histórias como a da mulher de 33 anos, em Barretos, que perdeu a vida de forma brutal. Ela morreu na terça-feira, após ser internada em estado gravíssimo na UTI da Santa Casa.
Seu corpo apresentava cerca de 70% de queimaduras, marcas de uma violência extrema. O ex-companheiro teria jogado líquido inflamável e ateado fogo. Um ato de crueldade extrema.
A vítima lutou pela vida, mas não resistiu às consequências das agressões sofridas. O suspeito foi preso durante tentativa de fuga em Itapagipe, Minas Gerais. Inicialmente autuado por tentativa de feminicídio, agora deve responder pelo crime consumado. O caso seguirá sob investigação da Delegacia de Defesa da Mulher de Barretos.
Mais do que apurar responsabilidades, é preciso compreender as raízes dessa violência. O feminicídio não surge de forma isolada, ele é precedido por sinais muitas vezes ignorados.A sociedade não pode se acostumar com essas tragédias nem tratá-las como rotina.
É fundamental fortalecer mecanismos de proteção e ampliar a rede de apoio às vítimas. Denunciar, acolher e agir são atitudes que podem interromper ciclos de violência com a urgência necessária para a preservação de vidas.




