O direito sagrado do voto barretense
O Diário - 3 de outubro de 2026
O direito sagrado do voto barretense
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O eleitor barretense é chamado a exercer seu direito de votar neste domingo, 4 de outubro. São 70 cadeiras para a Câmara Federal, 94 para a Assembleia Legislativa, duas vagas para o Senado. Em disputa, o Palácio do Planalto e o Palácio dos Bandeirantes. A convocação democrática pede consciência cidadã, critérios de coerência pessoal e responsabilidade social. Um pensador francês afirmou que “governar significa criar descontentes”. Pois a eleição é um momento soberano, secreto e soberbo em que se pode criar um ser contente: o próprio votante. Isto pode ser conseguido com a tecla Confirma, em cada gesto de escolha do seu representante. O primeiro critério será sempre de identidade. Vote conforme você é e não como gostaria que o candidato fosse. Apure inicialmente seus próprios conceitos emitidos, aproveitando seus dons, talentos e virtudes, não os dos candidatos. Em considerando que nenhum candidato é ideal, tenha humildade para reconhecer que também nenhum eleitor é perfeito. Todo barretense sabe que um político – independente do partido, do cargo ou do tempo – pensa na próxima eleição. O eleitor – independente da posição, função ou idade – precisa pensar no passado, agir no presente e sonhar com o futuro. Só assim a proposta do poeta alemão Friedrich Schiller teria razão de ser, quando dizia “deveríamos pesar os votos e não contá-los”. O voto do barretense precisa sempre “ter peso”.