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Um ano para aprender política.

O Diário - 30 de dezembro de 2025

Um ano para aprender política.

O negócio da China para barretenses

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Todo prefeito no primeiro ano de mandato tem como “tarefa” conhecer a missão. Como não elaborou o orçamento, desconhece os valores do parlamento municipal e estranha o custo de vida da política, gasta toda energia no “aprender” a arte e a ciência da gestão pública. Não é nada diferente com Odair Silva, eleito em 2024 e empossado em 1º de janeiro de 2025. O primeiro argumento do novo cenário é assimilar o legado do governo anterior. O segundo é as intercorrências inesperadas do dia a dia. O terceiro argumento é discernir que as promessas de campanha e planos de governo sonhados não podem ser feitas de imediato, em virtude da burocracia impostas.

A partir de quinta-feira, começa o segundo ano de mandato. No caso barretense, não é o sexto ano no cargo, algo muito diferente. Por ser ano eleitoral, com disputa para deputado e governador, todo drama político passa pela disputa de cargos em outubro. As amarras partidárias, as composições internas, as alianças externas fazem uma “concha de retalhos” nem sempre eficientes e saborosas. Nem sempre é o ideal, mas é sempre o possível, com consequência antes e depois da apuração dos votos. 

Se 2025 foi de aprendizado e 2026 é tempo de eleição, razão norteadora da política, o administrador navega atento a aprender que não se trata de força ou velocidade, mas de discernimento, coragem e persistência. Primeiro ano de lição e segundo de eleição. O segredo é se agarrar nas virtudes, valorizar o bem comum, se abrir ao diálogo e cultivar a paciência para prática da justiça social. Tempo de lucidez.