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Um tom de arte e música para 2026

O Diário - 4 de janeiro de 2026

Um tom de arte e música para 2026

O negócio da China para barretenses

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Barretos entra em 2026 com um projeto arrojado, arrobusto e articulado para implantar um “órgão clássico” na Catedral do Divino Espirito Santo. O esforço vai além de fomento para música sacra, para atender dotar a comunidade de programa de cultura erudita e clássica, por meio de um instrumento envolvendo a acústica do espaço e sensibilidade humana.

O projeto vem cercado de fraternidade e altruísmo, solidariedade e partilha, superando qualquer tipo de barreiras religiosas e econômicas, sociais e políticas, para colocar Barretos num contexto de Estância Turística também por sua atração musical, artística e cultural.

Um órgão na Catedral abriga um grande e complexo instrumento de tubos, projetado de acordo com as características arquitetônicas. O órgão soma tubos e teclados, fazendo o som majestoso encantar os concertos, rompendo o silêncio com pureza e beleza, permitindo ao artista performance de alto padrão e ao público o despertar de sentimentos celestiais, envolventes e sensíveis.

Como o projeto envolve também função litúrgica, enriquecendo cerimônias religiosas desde a implantação do Concílio Vaticano II, a iniciativa leiga tem aprovação direta e amplo apoio do bispo diocesano dom Milton Kenan.

O órgão tem teclados manuais, um pedal e grupos de tubos, acionados por ar comprimido, sua colocação na Catedral do Divino Espírito Santo, vem como metáfora desafiadora para 2026: mãos dadas para ações, pedalar em sentido de movimento e um dar oxigênio para sentimentos de arte e cultura para fazer um cidadão cada vez mais humanizado, valorizado e poderoso.