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Uma palavra eterna para Barretenses

O Diário - 6 de janeiro de 2026

Uma palavra eterna para Barretenses

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Dom José de Mattos Pereira nasceu em 6 de janeiro de 1918, na cidade de Taiúva, interior de São Paulo. Ordenado bispo em 6 de junho de 73, assumiu a diocese de Barretos nomeado por Paulo VI, ficando até sua morte em 12 de agosto de 1976.

A figura do primeiro bispo diocesano barretense provocou lições transformadoras para as comunicações sociais, indicando uma mensagem de confiança nos desígnios de Deus. O lema "o amor de Cristo nos une" foi exercido com testemunho aberto, ativo e amplo. Os atos fundamentais na formação do clero e do rebanho foram voltados para o fomento "crer, amar e esperar". A missa celebrada por dom José de Mattos Pereira em 2 de setembro de 1974 para uma comunidade de batizados mostrou que o bispo marcou o seu estilo de fidelidade a Cristo, fixou sua missão de unir as famílias e fomentar ambientes de caridade e fraternidade. A palavra episcopal abriu o discernimento da verdade que "tudo quanto acontece é para o bem daqueles que amam a Deus", conforme carta de Paulo aos Romanos. 

Ao recordar hoje 108 anos do nascimento de Dom José de Mattos Pereira, os barretenses são chamados a lembrar a trajetória histórica da diocese e sua contribuição em todos os segmentos religiosos, sociais, filantrópicos e culturais. Dom Antônio, dom Pedro, dom Gaspar, dom Edmilson e dom Milton têm seus dons e virtudes pessoais, mas todos foram atentos ao legado deixado por Dom José de Mattos Pereira. Por isso, a diocese não perdeu sua seriedade e necessidade, adquirindo novos impulsos para projetar o amor do Pai, a palavra do Filho e a ação do Espírito Santo.